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Calculadora para viver de renda fixa

Estime o patrimônio necessário para obter renda mensal preservando ou consumindo o capital.

Quanto é necessário para viver de renda?

Informe a renda em valores de hoje e taxas anuais líquidas compatíveis com o seu cenário.

Objetivo da renda

Escolha se o patrimônio deve manter seu poder de compra ou terminar após um prazo.

Estratégia de retirada
A estratégia muda a fórmula do patrimônio necessário.
Valor mensal em poder de compra de hoje.
Valor disponível hoje para comparar com a meta.

Rentabilidade e inflação

Não use rentabilidade bruta se haverá imposto, taxa ou outro custo.

Taxa anual após impostos e custos no cenário escolhido.
Usada para transformar a rentabilidade líquida em retorno real.

Nenhum valor informado é enviado ou armazenado.

Como o patrimônio é calculado?

Primeiro, a rentabilidade líquida é descontada da inflação pela relação entre os dois fatores anuais. A taxa real resultante é convertida para uma equivalente mensal.

Para preservar o poder de compra, a renda é dividida pela taxa real mensal. No prazo finito, a ferramenta usa o valor presente de uma série de retiradas mensais e permite consumir o principal gradualmente.

Por que usar uma taxa líquida e real?

Retirar todo o rendimento nominal pode reduzir o poder de compra do patrimônio quando existe inflação. Impostos, taxas e custos também diminuem o valor disponível para as retiradas.

A renda fixa conhece a regra de remuneração no momento da aplicação, mas continua sujeita a riscos de crédito, mercado, liquidez e reinvestimento. Taxas futuras e condições de resgate podem ser diferentes das premissas.

Um exemplo de patrimônio necessário

Renda de R$ 5.000 mensais em valores de hoje, com rentabilidade líquida de 9% ao ano e inflação de 4,5%. A taxa real fica em 4,31% ao ano, ou 0,352% ao mês. Para preservar o poder de compra, o patrimônio necessário é de cerca de R$ 1.420.000.

Trocar a inflação por 6% derruba a taxa real para 2,83% e o patrimônio salta para perto de R$ 2.147.000. Um ponto e meio de inflação a mais custa setecentos mil reais na meta. É a premissa mais sensível de toda a conta.

Preservar ou consumir muda a ordem de grandeza

Retirar apenas o rendimento real mantém o principal indefinidamente e exige o maior patrimônio. Consumir o capital num prazo definido exige bem menos, e termina em zero na data escolhida.

A escolha não é só financeira. Quem tem herdeiros, ou receia viver mais do que o prazo previsto, costuma preferir a primeira; quem tem outra renda entrando mais adiante pode usar a segunda como ponte até lá.

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