Calculadora de dividendos
Estime o patrimônio necessário para uma meta de renda usando proventos históricos ou lucro e payout.
Simule uma meta de dividendos
Escolha entre os proventos dos últimos 12 meses ou uma projeção baseada em lucro e payout.
Como o patrimônio é estimado?
No modo histórico, a meta anual é dividida pelos proventos distribuídos por ação ou cota nos últimos 12 meses. No modo payout, primeiro se estima a parcela do lucro distribuída e depois o valor por unidade.
A quantidade é arredondada para cima e multiplicada pela cotação informada. O dividend yield mostrado relaciona o provento anual usado com esse preço.
Quanto custa uma renda de R$ 3.000 por mês
Para uma renda de R$ 3.000 por mês, a meta anual é R$ 36.000. Um ativo que distribuiu R$ 1,20 por ação nos últimos doze meses exige 30.000 ações; a R$ 25,00 cada, o patrimônio necessário fica em R$ 750.000. O dividend yield implícito é de 4,8% ao ano. É ele, e não o valor por ação, que permite comparar ativos de preços diferentes.
Yield alto pode ser preço caindo
O yield é uma divisão: provento sobre preço. Ele sobe tanto quando a empresa distribui mais quanto quando a ação cai. Um ativo que rendia 6% e passou a mostrar 12% porque o preço caiu pela metade não ficou melhor — ficou mais barato por algum motivo, e o provento que sustentava aquele yield pode não se repetir.
No modo payout o alerta vale para o lucro: um resultado inflado por venda de ativo ou evento não recorrente projeta uma renda que o ano seguinte não entrega. Uma série de vários períodos diz mais sobre a capacidade de pagar do que o último número publicado.
Por que o resultado pode mudar?
Ações e fundos são renda variável. Lucro, política de distribuição, preço, impostos e direitos de cada classe podem mudar; não há garantia de manutenção dos proventos.
Quando esta calculadora não serve
- O ganho ou a perda na venda das ações é outra conta, com preço médio e imposto próprios. Para esse caso: Preço médio de ações.
- Renda com regra de remuneração conhecida no dia da aplicação, como a da renda fixa, se planeja por outra conta. Para esse caso: Viver de renda fixa.
Perguntas frequentes
Dividendos pagam imposto de renda em 2026?
Até R$ 50.000 por mês pagos por uma mesma empresa a uma mesma pessoa física, não. Acima disso, desde janeiro de 2026, a empresa retém 10% sobre o total pago naquele mês, sem nenhuma dedução. Lucros apurados até 2025, com distribuição aprovada até o fim de 2025, ficam fora da retenção. E quem soma mais de R$ 600.000 de rendimentos no ano passa pela tributação mínima a partir da declaração de 2027. Fonte: Lei nº 15.270/2025, que incluiu os arts. 6º-A e 16-A na Lei nº 9.250/1995.
Juros sobre capital próprio pagam imposto?
Pagam. Desde 1º de janeiro de 2026, a empresa retém 17,5% na data do pagamento ou do crédito, e para a pessoa física essa retenção é a tributação definitiva. Na calculadora, informe os proventos pelo valor líquido: somar os juros sobre capital próprio pelo bruto faz a renda projetada passar da que cai na conta. Fonte: Lei nº 9.249/1995, art. 9º, §§ 2º e 3º.
Rendimentos de fundos imobiliários são isentos?
Para pessoa física, sim, desde que o fundo tenha cotas negociadas só em bolsa ou em balcão organizado e pelo menos 100 cotistas, e que o cotista não tenha 10% ou mais das cotas ou do direito aos rendimentos. Fora dessas condições, os rendimentos são tributados. Fonte: Lei nº 11.033/2004, art. 3º, III e § 1º.
Ler o guia de imposto sobre ações, dividendos e ganho de capital →
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